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O Rotary Club Satélite de Votuporanga – Cardoso Grandes Lagos, presidido pelo companheiro Ademir Lucas Junior, entregou, na sexta-feira (dia 8 de maio, 1.000 máscaras cirúrgicas e 60 máscaras N95 à Santa Casa de Cardoso. A doação é fruto da solidariedade dos cidadãos cardosenses, que colaboraram com a “vaquinha” organizada pelo clube rotário.
O Rotary de Cardoso contou com a colaboração das Rádios Clube FM e Cidade FM (Votuporanga) e Alvorada (Cardoso), na divulgação da ação para que a arrecadação fosse possível.
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O Rotary Club de Pereira Barreto, presidido pela rotariana Fabiana Cristina de Souza Gomes, doou 500 máscaras faciais para a Santa Casa da cidade, 160 para o Asilo de Idosos e 60 para o pessoal que trabalham no setor de reciclagem de materiais reaproveitáveis. Os recursos foram distribuídos pelo governador do Distrito 4480, Antonio Orlando Cavichia Filho, oriundos da Fundação Rotária, que disponibilizou US$ 3 milhões para clubes de todo o mundo para o combate ao coronavírus. O momento é delicado e o uso de equipamentos de proteção, como as máscaras, é muito importante para evitar que a doença se alastre.
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O Rotary Club de Lins - Sul, juntamente com mais dez clubes da região, direcionou a verba recebida do Distrito 4480, repassada pela Fundação Rotária, para projetos de prevenção à pandemia do coronavírus, para a aquisição de máscaras faciais para serem distribuídas na comunidade.
Os integrantes do Rotary Club de Lins-Sul distribuíram uma parte de mais de 800 máscaras em filas de bancos, na Coopersol e entidades que atendem os moradores de rua e o restante foi entregue à Secretaria de Assistência Social, para que sejam destinadas aos assistidos pelos CRES e CRAS. Marcaram presença na distribuição das máscaras, a presidente Guadalupe Boa sorte, e as companheiras Eula Alfonso, Sonia Mara e Rosane.
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O Rotary Club de Ilha Solteira entregou, nesta quarta-feira (13/05) 720 máscaras faciais ao Hospital Regional da cidade. Estiveram presentes o presidente Robson de Oliveira, o vice Claudomiro, a companheira Márcia de Faria e a presidente da Casa da Amizade, Márcia Rúbio. Parabéns, companheiros pela bela ação.
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Os membros do Rotary no Brasil vêm se destacando nas ações de combate à pandemia de coronavírus. Dos mais de 150 projetos aprovados para utilização do Fundo para Assistência em Casos de Desastres pela Fundação Rotária no mundo, o Brasil é o terceiro país com maior número de projetos aprovados até o momento, atrás apenas da Índia e dos Estados Unidos.
Até o dia 20 de abril, o Brasil teve 20 projetos aprovados para utilização do fundo de desastres para a compra de equipamentos de combate à Covid-19, além de suprimentos para pessoas carentes. Com a falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os profissionais de saúde nos hospitais, os projetos dos Rotary clubs se concentram na compra de materiais como luvas e máscaras cirúrgicas, face Shields (protetores faciais de plástico), materiais de higiene e outros itens necessários aos cuidados de médicos, enfermeiros e pacientes.
Como destaca Mário César de Camargo, diretor do Rotary International, a pandemia mostrou a rápida capacidade de reação dos membros da organização no Brasil. “Quando surgiu a oportunidade, eles imediatamente se engajaram e, como a outorga do subsídio é na base do primeiro que chega é o primeiro que é servido, eles se colocaram bem na lista, e tiveram 20 dos 159 projetos que foram aprovados no mundo”, aponta.
Hipólito Ferreira, curador da Fundação Rotária, explica como a entidade modificou seus critérios e procedimentos para que os membros do Rotary de todo o mundo pudessem desenvolver e implementar projetos de combate à pandemia.
“Quando se falava em assistência a desastres, se falava em tsunami, em excesso de chuvas, em coisas que fossem realmente destruidoras a partir do meio ambiente. E agora, a grande flexibilização foi determinar que a doença pode ser considerada também um desastre”, explica.
Para possibilitar a implementação dos projetos, alguns processos foram modificados dentro da Fundação Rotária, como a dispensa da necessidade de fundos vindos de um parceiro internacional, e a possibilidade da utilização do Fundo Distrital de Utilização Controlada (FDUC) também para os projetos voltados à Covid-19.
“O fundo de auxílio a desastres tem um procedimento que é praticamente aprovação default (padrão). A pessoa pediu dinheiro, ela recebe. A Fundação Rotária confia que o distrito* vá fazer uma aplicação devida desse dinheiro”, diz Mário César. “A Fundação Rotária, ao flexibilizar as regras, tornou tudo muito fácil”, avalia Hipólito.
Até o momento, a Fundação Rotária já disponibilizou US$ 4 milhões para a realização de projetos de combate ao coronavírus no mundo, utilizando o Fundo para Assistência em Casos de Desastres. Cada projeto pode receber até US$25 mil para sua implementação. Com a alta cotação do dólar no Brasil, os projetos aqui realizados têm recebido uma média de R$ 127.500 cada. No total, os projetos realizados aqui com a utilização deste fundo já receberam cerca de US$ 500 mil ou R$ 2,55 milhões.
Além dos projetos que utilizam o fundo de desastres, alguns distritos* também estão desenvolvendo projetos com a utilização de subsídios globais (que apoiam atividades internacionais maiores), também para a compra de EPIs, envolvendo valores de US$ 30 mil a US$ 52 mil cada. No total, a Fundação Rotária já disponibilizou mais de US$ 7,20 milhões para utilização em projetos de subsídios globais no mundo.
Entre os projetos realizados no país, Mário César destaca o do distrito* 4420, que inclui a compra de oxímetros para hospitais do estado de São Paulo. O aparelho mede o nível de oxigenação na corrente sanguínea do paciente, alertando os médicos quando esse nível está abaixo do ideal.
Hipólito aponta outra iniciativa de impacto, como a do distrito* 4760, que possibilita a compra de equipamentos de segurança para 26 hospitais em 22 cidades do estado de Minas Gerais, além da utilização da verba de sua conferência distrital em um projeto de subsídio global também para o combate ao coronavírus.
Vale lembrar que, além das iniciativas realizadas com os fundos da Fundação Rotária, centenas de Rotary clubs de todo o Brasil têm se mobilizado diariamente com suas próprias verbas para a confecção e distribuição de equipamentos de proteção individual, cestas básicas e kits de higiene em um esforço conjunto para combater a propagação da doença do país.
*Para quem não conhece a estrutura do Rotary International, regionalmente, os Rotary clubs são agrupados em distritos.
Fonte: Blog Vozes do Rotary (leia a publicação original em https://rotaryblogpt.wordpress.com/2020/05/04/rotary-brasileiros-se-destacam-no-combate-a-covid-19/#more-2151)
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